Marta já estava aflita com o jogo que se desenhava à sua frente. Artur inicia uma linha de raciocínio que Marta ficara até mesmo um pouco enfurecida, ele dizia que não se importava em ajudar nos afazeres domésticos.
Marta lança de supetão:
- Ajudar porque? A casa não é sua também? Todos precisam participar juntos.
Artur intrigado refletiu, tentou corrigir a expressão que usou mas ainda assim se deu mal.
- Eu quis dizer assim, todo mundo se ajuda, ela me ajuda e eu a ajudo. Mas só faço quando sinto necessidade. Já ela quer que eu faça tudo no tempo dela.
Marta, acostumada com limpeza, fica sem argumentos, mas dispara um:
- Você gosta de ver a casa suja? Gosta de não ter roupas limpas para usar? Você é muito é machista mesmo!
Artur era talentoso no jogo, e lançou um peão logo em frente ao de Marta. Como se copiasse as jogadas dela.